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  • Roseli

ELEFANTÍASE – Doenças raras, marcas de preconceito


Filariose linfática é a denominação médica, científica, da Elefantíase. Trata-se de uma enfermidade que provoca deformações corporais como pés enormes por inchaço, transformações exageradas na pele que implicam em dor e sofrimento físicos, mas principalmente psicológicos porque muitas vezes a pessoa passa a ser irreconhecível além de causar espanto a quem as olha. Disso decorre preconceito justamente por desconhecermos as causas da deformação.

A doença é causada simplesmente pela picada de um mosquito. Avassaladora a invasão que isso provoca pelas larvas do parasita. Há, porém, remédios que podem curar ou amenizar efeitos da doença. No entanto, muitas vezes, será necessário acompanhamento psíquico para que o paciente possa suportar as humilhações que sofre à frente de pessoas.

Uma das obras do cinema que mostrou essa comorbidade é o filme que trata da gravidade da doença, na verdade da neurofibromatose múltipla, O homem elefante (1980), do cineasta David Lynch. Outra obra que abordou deformidades foi a de 1985, Mask (ou Marcas do destino), de Peter Bogdanovich. Bem mais recente é o filme Extraordinário (2017), de Stephen Chbosky.

Em comum essas obras mostram pessoas com deformidades cujo sofrimento vai muito além da dor física, atingem a incompreensão humana da solidão.

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