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Blogue da Roseli

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  • Foto do escritor: Roseli
    Roseli
  • 30 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

A obra foi organizada pelos professores da PUC de São Paulo, Ana Claudia de Oliveira, Amálio Pinheiro e Lucia Santaella, publicada em 2025 pela Editora Estação das Letras e Cores.

O livro traz uma panorâmica dos desenvolvimentos dos estudos semióticos em três vertentes: a sociossemiótica que propõe a um só tempo um método de análise do social, enquanto universo de sentido, e uma teoria renovada do sentido mesmo, enquanto produto de distintos regimes de interação no mundo; a semiótica cultural, com seus eixos de tradução entre o previsível e o imprevisível, lida com o enorme e inusitado fluxo de objetos e linguagens migrante-emigrantes, de muitas épocas, múltiplas e dissonantes; e a semiótica peirceana que revela a contemporaneidade de seus conceitos para enfrentar desafios socioculturais e epistemológicos que reclamam por lúcidas compreensões.

Entre os artigos, nomes renomados como os de Eric Landowski, Winfried Noth, além de textos dos organizadores. As reflexões integram linhas de pesquisas do curso Comunicação e Semiótica que desde os anos 70 continua produzindo diálogo de visões plurais na PUC de São Paulo.

Acompanhe a live no YouTube do instituto Legus - https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

 
 

A autora é de Enugu, Nigéria, vive entre esse país e os Estados Unidos. A obra publicada em 2025 pela Companhia das Letras traz a narrativa de quatro mulheres, diferentes mulheres cujos desejos estão interligados. Uma das narrativas mostra de forma ficcionada o caso de uma mulher camareira de um hotel que se vê em meio a um processo contra uma figura conhecida. A história aponta a questão do abuso de poder que homens inescrupulosos ainda exercem sobre mulheres pobres e imigrantes.

Ao explorar os amores, saudades e desejos de quatro personagens, Adichie fala das relações entre amigas e de mães e filhas em um mundo interconectado que vive em constante mudança. Entre o período da pandemia e as pressões do isolamento, a personagem Chiamaka relata questões sobre o racismo na França, sobre o aborto, sobre empoderamento feminino, sobre imigrantes, sobre mutilação genital, pornografia, entre tantos outros temas contemporâneos. Ela, no romance, é escritora de livros de viagem e vive nos Estados Unidos. Sozinha durante a pandemia, ela relembra os relacionamentos do passado e pondera sobre suas escolhas e seus arrependimentos.

A tradução de Julia Romeu deixa no original ao leitor a busca por inúmeros vocábulos da cultura, comida, que dão à leitura movimento e função ativa. 

Acompanhe a live no YouTube do instituto Legus - https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

 
 
  • Foto do escritor: Roseli
    Roseli
  • 16 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

A exposição está no Masp de 16 de maio a 19 de outubro de 2025. Naturalizado brasileiro, Frans Krajcberg (1921–2017) nasceu na Polônia e, por ser de origem judaica, perdeu toda a sua família durante o Holocausto. Nos anos 1950, estabeleceu-se no Brasil onde desenvolveu seu trabalho como artista. A partir da década de 1960, passou a viajar à Amazônia e ao Pantanal, coletando resquícios de troncos em áreas devastadas por queimadas. Em uma dessas expedições, redigiu, com Pierre Restany e Sepp Baendereck, o Manifesto do Naturalismo Integral (1978) que consolida seu pensamento socioambiental. Sua experiência ecológica também influenciou suas escolhas de vida, tanto que passou a residir em seu sítio em Nova Viçosa, cercado pela Mata Atlântica.

Na mostra, há diferentes fases do artista, dos experimentos em papel a respeito do solo aos trabalhos monumentais que construía nos territórios que visitava. A obra que mais impressiona o visitante é, sem dúvida, a “Flor do mangue”, escultura icônica criada em 1970, composta por resíduos de árvores de manguezais, um protesto contra a degradação ambiental e a especulação imobiliária. A obra, que mede 900 cm x 300 cm, encontra-se no Sítio Natura, em Nova Viçosa, Bahia, onde o artista vivia, e dá aos olhos de quem visita a exposição a grandiosidade de sua imagem e reflexão.

Acompanhe a live no YouTube do instituto Legus - https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

 

 
 
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