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Keyboard and Mouse

Blogue da Roseli

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O Coral Alphaville foi criado em maio de 1994 por iniciativa de moradores do Residencial 2, em Alphaville – Barueri-SP, expandindo-se logo para todos os Residenciais, contando hoje com mais de 30 integrantes.  Às vésperas de completar 30 anos, continua atuante, cumprindo seu objetivo maior que é o de fazer apresentações beneficentes e levar a música para comunidades mais carentes. 

Com repertório bastante eclético, contempla músicas sacras, eruditas e MPB. O  grupo ensaia semanalmente, no momento, em sala cedida gentilmente pela IBMA Alphaville – Igreja Batista Memorial de Alphaville, localizada na avenida Tamboré, 1603. 

  Por 20 anos, O Coral esteve sob a batuta do Maestro César Cerasomma, e contou com o Fundo de Beneficência Eiko Osaka de Moraes como seu mantenedor. 

  Hoje o grupo é autossustentável e tem como regente Mauricio Romitelli, formado em regência pela ETEC de Artes (Centro Paula Souza), e em Canto pela Escola de Música do ESP (EMESP). Estudou canto lírico e se apresentou como solista várias vezes. Atuou como Regente de vários grupos e hoje assume o Coral Alphaville com quem já vinha trabalhando desde 2013. 

  O Coral Alphaville conta ainda com dois músicos que auxiliam no trabalho de suporte vocal e musical: Estevam Menezes Penko atua como Técnico e preparador vocal do grupo, formou-se pela Universidade Livre de Música e Gustavo Sarzi pianista que é Bacharel em música pela USP, e atua como diretor musical de shows e peças teatrais. (https://www.coralalphaville.com)

Como já comentamos aqui, a música e a psicanálise mantêm relações interessantes que podem ser apreciadas na obra de Leonardo Luiz, ‘Música no divã’, publicado em 2013 pela Casa do Psicólogo.

Acompanhe a live no YouTube do Instituo Legus -https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

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  • Foto do escritorRoseli

Desde 2010, o Café Lacaniano invariavelmente acontece na Livraria da Vila da Fradique Coutinho em São Paulo. Durante parte da pandemia, o evento se tornou on line e logo retornou à casa original. Dele fazem parte, digamos permanentes, os psicanalistas Oscar Cesarotto, Fani Hisgail, Paul Kardoux e João Ângelo Fantini. O quarteto recebe convidados como psicanalistas, artistas, semioticistas entre muita gente que trabalha de uma ou de outra forma as ideias do psicanalista francês Jacques Lacan.

Para saber as datas dos encontros, você poderá inscrever-se nas páginas do Café Lacaniano no facebook: https://www.facebook.com/search/top?q=café%20lacaniano e no instagram: https://www.instagram.com/cafelacaniano_desde_2010/

O encontro de março de 2024 recebeu palestra de Fani Hisgail e João Ângelo Fantini tratando de um tema relevante no contemporâneo: a pedofilia. A psicanalista Fani teceu considerações sobre esse assunto que desenvolve desde seu doutorado e que pode ser conferido no livro: Pedofilia, de 2016, publicado pela editora Iluminuras.

Acompanhe a live no YouTube do Instituo Legus - https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

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  • Foto do escritorRoseli

O filme é de 2024 e está disponível no catálogo da Netflix, tem direção de Juan Carlos Frenadillo. Em síntese bem simplória, temos uma jovem que concorda em se casar com um belo príncipe, por conta da situação financeira de sua família, apenas para descobrir que tudo não passou de uma armadilha. Ela é jogada em uma caverna com um dragão cuspidor de fogo e deve confiar apenas em sua inteligência e vontade para sobreviver.

De pronto, parece-nos o release de um conto de fada como tantos. No entanto, a Profa. Jorgina Santos apontou algumas divergências. A mais elementar é a mudança que aponta uma heroína, e não um herói, para a luta contra o mal, o dragão.

Essa mudança leva-nos a pensar na militância woke (de wake no passado- acordei), ou seja, aquela que surgiu no final da década de 2010. O termo foi adotado como uma gíria mais genérica, amplamente associada a políticas identitárias, causas socialmente liberais, feminismo, ativismo LGBT...+ e questões culturais (com os termos woke culture e woke politics também sendo usados). A questão é que o termo acaba muitas vezes sendo alvo de memes, uso irônico e críticas. Pena porque o termo foi identificado e atribuído a princípio a pessoas conscientes do mundo social, político, econômico etc, envolvendo as questões de gênero, por exemplo, mas também questões indígenas e africanas. Em suma, ter a consciência de um papel a exercer em defesa de grupos marginalizados. Por outro lado, essa ideia leva a cancelamentos daqueles que avançam contra esses grupos. Muitas vezes, os cancelamentos são de violência, mas alertam para o olhar às políticas liberais ou de esquerda.

O tema está longe de ter consenso. O filme está aí para ser um elemento reflexivo. O que não quer dizer que seja uma obra inovadora do ponto de vista cinematográfico. De qualquer forma, mostra que a donzela não é mais uma vítima, ela vai se virar, e se vira, para sair das garras do dragão que expele fogo. No fundo, a metáfora do encontro consigo mesmo.

Acompanhe a live no YouTube do Instituo Legus - https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

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