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Blogue da Roseli

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  • Foto do escritor: Roseli
    Roseli
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

A direção do filme é do já icônico Yorgos Lanthimos, apresentado no Brasil em 2025.

Lanthimos e a atriz Emma Stone mostram uma parceria impressionante que se repete nessa obra.

É preciso compreender o termo ‘bugonia’ que se refere a um antigo ritual mediterrâneo de gerar abelhas a partir da carcaça de um boi. Um conceito que dá nome ao filme sobre conspiracionistas que sequestram uma CEO acreditando que ela é alienígena, explorando temas de paranoia, crenças extremas e o colapso da humanidade. A obra mostra uma sátira que mistura comédia, tragédia e crítica social. 

Há no filme uma inspiração, uma nova leitura, de outra obra fílmica, Jigureul Jikyeora!, Save the Green Planet! (2003), com direção de Jan Joon-hwan, um filme de comédia de ficção científica sul-coreano cuja história básica começa quando o personagem principal, Lee Byeong-gu, sequestra outro homem, convencido de que ele é um alienígena.

Nas duas filmagens, há um dado contemporâneo instigante ligado a fake news, criticando como essas informações sem bases científicas acabam fazendo das pessoas gente alienada. Ou seja, dois homens obcecados por conspirações sequestram a CEO de uma grande empresa quando se convencem de que ela é uma alienígena que quer destruir a Terra.

Nas mãos de Lanthimos, o tema torna-se instigante como discussão social. Live no Youtube do Instituto Legus https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS

 
 

O filme tem direção de Wes Anderson e teve lançamento no Brasil em 2025.

Nesse filme, o ator Benício Del Toro está magnífico na interpretação de um magnata bilionário que, após atentados, tenta preparar sua filha – uma noviça - (Mia Threapleton) para herdar seu império em um complexo plano que envolve viagens pelo mundo para firmar negócios e enfrentar inimigos.

O título remete, de modo fictício, aos fenícios (ou cananeus/sidônios) que eram um povo semita vizinho e parceiro comercial de Israel, mestres da navegação e do comércio mediterrâneo.

O esquema Fenício refere-se principalmente à exploração de temas como ganância, família, moralidade e a busca por significado por meio da história desse magnata que transfere sua fortuna para a filha, enfrentando espionagem e atentados.

O termo também remete à civilização fenícia em si, conhecida por seu comércio marítimo; mas, no contexto atual, o termo está  ligado à estética e narrativa peculiar do diretor com seu estilo visual marcante e um elenco estrelado, usando o esquema para descrever a trama complexa e cheia de reviravoltas.

Um filme de paisagens maravilhosas e a presença eletrizante de Benício Del Toro. Sem trocadilho, o nome Benício também faz pensar em Fenício. Live no Youtube do Instituto Legus https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS

 

 
 
  • Foto do escritor: Roseli
    Roseli
  • 12 de jan.
  • 1 min de leitura

Jay Kelly tem direção de Noah Baumbach e foi lançado no Brasil em 2025, disponível pela Netflix.

Tudo no filme é uma referência explícita à imagem do ator George Cloney que interpreta uma espécie de alter ego dele, Jay Kelly. Há um destaque nessa obra para o ator Adam Sandler que interpreta um dedicado empresário, Ron. Adam faz uma forte e bela representação, bem distante dos papéis cômicos desenvolvidos por ele em sua história cinematográfica.

Há um olhar acerca do sucesso que impele movimentos ininterruptos de montagens e apresentações incessantes. Tudo isso tem um preço que se deve pagar. Jay Kelly quebra laços com uma das filhas e vê uma dose de rebeldia na filha mais velha que decide viver como quer sem a sombra do sucesso paterno. Assim, no momento em que Jay começa a ter mais tempo de vida própria para se dedicar à família, tudo já passou, a família cresceu e mudou. Um pouco desse ressentimento atinge também o empresário que perde momentos importantes do apreço da filha pelo esporte.

Basicamente, o filme segue o famoso ator de cinema Jay Kelly e seu empresário Ron em uma jornada pela Europa em que confrontam suas escolhas de vida, arrependimentos e o legado que deixaram, especialmente após a morte de um amigo e as crises pessoais, explorando a dicotomia entre a pessoa e a marca famosa em um filme de drama e comédia sobre autoconhecimento.

Qualquer semelhança entre o ator e o personagem Jay Kelly pode ou não ser verdadeira. Confira! Live no Youtube do Instituto Legus https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS

 
 
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