Congressos & Encontros

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The aim of this article is to describe the computer program SAM, introduced by Schank and Abelson, as well as its relationship with the Chinese room, presented by John Searle. Both programs, which belong to the field of Cognitive Science and Artificial Intelligence, are paths to approach the theory of knowledge and the ability of machines to tell a story.

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Neste trabalho apresento uma análise de trechos da obra da autora, principalmente de seu último trabalho, Eu quero ser eu, com base nas obras de Roland Barthes (1984/1987) que trabalham a leitura por seu também valor afetivo e pelas questões da diferença. Nessa diferença, a marca da autora que procuramos, sua leitura, sua escritura, à margem do cânone da literatura brasileira contemporânea.

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Em que pesem considerações ecológicas do gasto com o papel impresso ou com a monótona sensação da leitura digital, apontamos isso seguindo Negroponte (1995) naquilo que o autor traz como sendo a vida digital e da ideia de profundidade que muitas vezes as pessoas têm de um meio em detrimento de outro. Como ele afirma:

Assim não se trata de discutir se o livro digital superará o livro impresso, mas de observar diferenças de criação se analógicas ou digitais

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A pesquisa foca o trabalho de escritores do século XIX e contemporâneos de obras da era digital e, sobretudo, tenta responder à questão de se é possível, nessa sequência, que computadores possam pensar e, então, contar histórias. Isso torna-se relevante para as questões de leitura poética, de quais são suportes os novos textos poéticos, leitores eletrônicos, textos impressos, mas também, talvez, robôs que contem histórias, como aqueles que jogam xadrez? 

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Apontando a questão do gênero literário fora do cânone, no sentido em que a literatura feminina de Averbuck afronta os cânones, assim como a questão literária da autora em função de autoria e representação como visibilidade das margens, às margens porque trabalha a questão de ser mulher e ser como quer ser. 

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O professor não é mais transmissor de conteúdo e detentor do conhecimento. O aluno deixa de ser receptor e tem um papel ativo, buscar o conhecimento, ser protagonista. Os procedimentos metodológicos para que funcione implicam em como se dá a SAI, quais são os principais argumentos que defendem essa metodologia e de explanações de como trabalhar essa disciplina. Ler textos antes da chegada do estudante à aula, assistir a filmes homônimos de obras literárias canônicas ou não.

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Busca-se analisar as interações, convergências e conflitos entre as imbricações de literatura, cinema e psicanálise partindo do termo ‘inteligência’: artificial, emocional, coletiva, libidinal. Literatura e psicanálise mantém relações bastante estreitas. A matéria básica de ambas é o elemento linguagem. Há uma fala e uma interpretação que as permeia. Há a cura, pela psicanálise, de um real sintomático que não se suporta mais pelas vias imaginárias. Como isso se dá?

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Quando se fala de aulas da disciplina literatura, nacional ou não, parece óbvio pensar imediatamente em SAI - sala de aula invertida - porque, no mínimo, é necessária uma leitura prévia, fora da sala de aula presencial, do texto a ser estudado. Torna-se mesmo impossível que essa aula aconteça sem que os estudantes tenham lido a obra.

No entanto, neste artigo, justamente falaremos em SAI tendo em vista os conceitos que envolvem as TDIC. Nesse sentido, trata-se do aproveitamento dessas tecnologias que ajudam o estudante a preparar-se antes da aula para melhor empenho dentro da aula.

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Esta presentación busca analizar lasinteracciones, convergencias yconflictos entre las imbricaciones deltérmino 'inteligencia' artificial, emocional y libidinal. 

En esa relación,  la Semiótica Psicoanalítica apunta, como línea de investigación, las manifestaciones delinconsciente en la contemporaneidad. 

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If we take science fiction, which is always based on the knowledge – or intelligence – of our time, we turn our eyes to the cinema, specifically, that cinema of fiction that seeks these desires of immortality, deity and happiness – can we think that artificial intelligence may provide us with all this?

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propõe apresentar o hibridismo tecnológico na educação pela perspectiva de J. Moran (2015) em uma experiência desenvolvida com alunos do curso superior em Letras usando vídeos elaborados por meio do aplicativo Noizz em dispositivos móveis e apresentados na JOVEAD (Jornada virtual de educação a distância ) 2018

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The aim of this presentation is to discuss the relation between cinema, psychoanalysis and literature starting from the analysis of two films: Blade Runner (1982) of Ridley Scott, and Artificial Intelligence (2001) of Spielberg. In turn, these films will be related to the literary works of Philip K. Dick (1928-1982), in particular Do Androids Dream of Eletric Sheep? (1968) and Brian Aldiss’s (1925-2017) Supertoys Last All Summer Long and Other Stories (2001).

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Apresenta o hibridismo tecnológico na educação partindo de experiência desenvolvida com alunos e professores do EAD em Letras. A metodologia consistiu em elaboração de vídeos em que as narrativas de vida retratassem o olhar do sujeito em narrativas de alteridades da ocupação urbana usando aplicativos para criação audiovisual.  Essas narrativas de vida audiovisuais relacionam-se à arte contemporânea cuja linguagem é múltipla: oral, visualizada e percebida pela arquitetura, cortes do cineasta, ruídos de fundo, entre outras linguagens, remetendo a noções de territórios e interterritórios. 

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O objetivo deste artigo é apresentar uma discussão sobre o papel das redes sociais no ativismo digital apontando as questões expressivas do feminismo por meio do instagram da escritora Clarah Averbuck. Averbuck foi pioneira do espaço de escritura digital ao criar muitos anos atrás um blogue provocativo em que discutia as principais questões do empoderamento feminino. Pelo instagram, a autora revela mais que escritura literária verbal porque vai além ao postar-se na aprendizagem da pole dance, considerada uma dança de conotações sexuais em suas apresentações, sentido comum, em shows e boates para público masculino.

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OS DESAFIOS NO CAMPO DO DIÁLOGO E COMUNICAÇÃO HUMANA NA (PÓS) PANDEMIA - 28/08/2021

A linguagem tem a propriedade de ser dialógica e os enunciados são proferidos por vozes. O discurso de alguém se encontra com o discurso de outrem. Participação: uma interação viva.

Slides da apresentação

Folder de divulgação

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Carolina Maria de Jesus: 

um diálogo com Os supridores, de José Falero

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O objetivo deste trabalho é analisar comparativamente as questões sociais apontadas em Quarto de Despejo (1960), de Carolina Maria de Jesus, e Os supridores (2020), de José Falero, levando em consideração as narrativas de vida no sentido de apontar o valor autobiográfico e aquele que, ainda que não um relato pessoal, também se revela como um retrato hostil de muitos jovens na contemporaneidade. Ambas as obras mostram que é necessária a denúncia social.

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Narrativas de Vida: Cinematográficas
O MENINO QUE DESCOBRIUO VENTO - 2021

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Encontros Interculturais no EAD. Narrativas de Vida dos Diferentes Brasis” (UNIP/CNPq) - 2022

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EDUCAÇÃO LITERÁRIA EM PERSPECTIVA ANTIRRACISTA
Narrativas de vida. Questões Raciais

As obras literárias brasileiras colocaram durante muito tempo o negro estereotipado de várias maneiras (BANDINO, 2021). De vítimas, de malandros, a mulheres que levam homens à loucura pela beleza erótica que mostram. E, por outro lado, para além de serem personagens, os negros e negras também ficaram no ostracismo como autores e autoras da e na literatura brasileira. Continuar lendo

Slides da apresentação

Bastidores
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Life Narratives: Racial Issues

The objective of this article will be a comparative analysis of two literary works. One is the trajectory of Carolina Maria de Jesus, 60 years ago, with her “Quarto de Despejo” (Dump Room) (2020) and the other is the repercussion in 2020 of José Falero’s work, “Os Supridores” (The Suppliers). Within this comparative analysis, the question we ask is the same that makes us think about the, among many, reflections on racism in Brazil and how it all appears – or disappears – in the works of male and female black authors.
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LINA BO BARDI: ícone modernista da arquitetura do MASP

Achillina Bo, mais conhecida como Lina Bo Bardi, foi uma arquiteta modernista ítalo-brasileira. 

A Arquitetura Moderna é uma vanguarda bastante ampla que tem como principal fundamento utilizar itens simples para construções surpreendentes e com designs à frente de sua época. No século XX, esse movimento ganhou força com uma proposta oposta aos projetos arquitetônicos tradicionais da época