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Blogue da Roseli

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As pessoas têm cada vez mais encontrado na companhia de cães um conforto mental e social, principalmente, no longo período da pandemia COVID19. É comum ver casais que optam por ter animais, desistindo de terem ou adotarem crianças. Em alguns casos, de fato, os bichinhos assumem a posição filial das pessoas.

Algumas questões são comuns, no entanto, quando se percebe que há pouca posição pública, convênios ou clínicas que possam cuidar desses animais quando adoecem ou envelhecem. Ou as pessoas abandonam os animais ou precisam de força mental e financeira para resolver pontos como: vacinações em dia, banhos, tosas, entre outras coisas.

Christian Dunker, psicanalista, mostra muitas das relações adultos- animais no vídeo do falandonisso no YouTube, https://www.youtube.com/watch?v=PyrxljIleUs ,” Pais de pets”. Vale conferir.

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A envelhescência é um termo criado pelo sociólogo Manoel Berlinck, compreende dos 45 aos 65 anos de idade, uma espécie de geração sanduíche entre a idade adulta e a velhice, ao período da adolescência que ocorre entre as fases da infância e da adulta.

Se considerarmos que o corpo começa a envelhecer aos 20 anos, é fácil compreender o que acontece quando chegamos aos 45, aos 65 anos de idade. Ainda que se consiga um máximo de saúde mental e física, as mudanças são evidentes. Mais complexa, no entanto, é a chegada aos 90, 95, 100 anos de idade. O que acontece?

O estatuto do idoso aponta os 60 anos como o ponto para assegurar a essa faixa etária alguns direitos como transporte gratuito, atendimento preferencial na saúde e na vida pública. Essa fase dos 60 está na passagem do ser adulto para a velhice. Passagem difícil que implica principalmente a negação. No entanto, com o tempo, o declínio corporal em média é visível, mais ainda o das mulheres por conta da menopausa. Certo que há medicamentos, terapias, reposições e tantas mais coisas para amenizar esse período.

Mas se você consegue passar da envelhescência, chegar à velhice não será algo tão tranquilo. Mobilidade, senilidade, queda no organismo nos fazem precisar de cuidadores. E, ao menos em nosso país, será difícil conseguir apoio público, convênios que possibilitem dispor de pessoas ou instituições que cuidem dos idosos. No contemporâneo, as famílias estão sobrecarregadas e quando seus entes queridos atingem essa ‘maioridade’, são muitas as questões a serem discutidas.

Um pouco do que isso significa se pode ver no filme documentário de 2021. “100 dias com Tata”, do diretor Miguel Ángel Muñoz, que documenta os mais de 100 dias em que morou com Tata, sua tia-bisavó de 95 anos, por conta da pandemia da Covid-19. A idosa se transformou em uma verdadeira celebridade do Instagram. O documentário “100 dias com Tata” que, na Espanha, chegou a centenas de salas de cinema, acompanha os mais de 100 dias em que Miguel , um artista espanhol, recolheu-se com Tata. O filme está disponível na Netflix. Vale conferir.

Acompanhe a palestra pelo canal do youtube do Legus Instituto.

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26 de julho é considerado o Dia dos Avós. Essa data tem origem em preceitos religiosos católicos porque se referem à comemoração dos santos, Ana e Joaquim, considerados pais de Maria e por consequência avós de Jesus Cristo. A data praticamente encerra a semana, no Brasil, das férias escolares e, muitas vezes, é nesse período que crianças ficam com seus avós para que os pais continuem a lida no trabalho, exceto se a família pode viajar ou enviar os rebentos à colônia de férias. E nada melhor do que estar com essas figuras hoje também tão raras até porque elas também trabalham. De qualquer forma, a imagem de avós contando histórias é maravilhosa. São narrativas de vida, temas familiares, da criancice dos pais que também foram crianças. Em tempos de games, essas narrativas são históricas. Também podem ser aquelas da ficção, do terror, por exemplo, que só avós sabem como contá-las. O escritor português, Saramago, lembra-nos de uma infância em que histórias ouvidas por seus avós foram encantadoras nessa linguagem oral. Essas falas também encantam idosos que remontam ao tempo enquanto narram. São emoções de mão dupla. Um alívio à saúde mental de todos nós.

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