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Blogue da Roseli

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O filme Ainda estou aqui, dirigido por Arie Posin, teve lançamento em fevereiro de 2022, está disponível na Netflix. A película é inspirada em obra homônima de Marc Klein que, como no enredo do filme, relata uma história de amor interrompida por uma drástica perda.

Ainda estou aqui, em que pese o ar romântico, reflete sobre as questões do luto e da melancolia como aprendemos com Freud. Entremeada por espelhos que precisam ser transpassados, a jovem busca explicar acontecimentos que parecem justificar o fato de que seu amado, morto, esteja tentando comunicar-se com ela. Inevitável a comparação ao filme Ghost que foi sucesso nos anos 90 com direção de Jerry Zucker. Em Ghost, a sátira toma parte da narrativa. Parte desse humor está presente em Ainda estou aqui, exatamente, quando tenta explicar o inexplicável, os meandros da dor e a necessidade de permanecer como antes da perda. Lembramos, aliás, da obra de Marcelo Rubens Paiva, Ainda estou aqui, que revela a dura constatação de alguém com Alzheimer. Estar aqui sem, contudo, permanecer ao mundo das demais pessoas.


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Um defeito de cor, obra da mineira Ana Maria Gonçalves, foi publicado originalmente em 2006 pela editora Record compondo 951 páginas, um número significativo que pode desanimar o leitor pouco afeito às leituras volumosas. No entanto, como diz Millor Fernandes em orelhas à obra trata-se de uma leitura prazerosa, nada enfadonha, instigante.

A obra pode ser considerada uma narrativa de vida que mistura a realidade e a ficção já que na primeira parte a própria autora conta como chegou às suas mãos um manuscrito encontrado na praia das Amoreiras, próxima à Itaparica, em Salvador, no Brasil.

Esses manuscritos são narrados em primeira pessoa por Kehinde que com a irmã e a avó foram capturados no reino de Daomé, em África, nos anos 1810. Kehinde era uma menina na época com menos de dez anos. Foram escravizadas.

Passados 80 anos e muitas histórias lindas, e outras terríveis, e depois de a protagonista ter visitado vários lugares no Brasil, depois de liberta, ter retornado à África, conseguido uma considerável fortuna e muito poder, ela volta ao Brasil na tentativa de encontrar um filho desaparecido que se supõe ser o poeta romântico, advogado e abolicionista, Luís Gama.

Uma obra que perpassa o Brasil Colônia, a Independência e a República e que nos mostra os horrores da escravidão e a relação cultural entre nosso país e a África. Imperdível.

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O canal no YouTube do Teoria das Fadas, link https://www.youtube.com/c/TeoriadasFadas, apresenta cinco episódios em que Roseli Gimenes comenta as relações entre o Mito de Édipo, seguindo interpretações de Junito de Souza Brandão, em Mitologia Grega, e alguns contos de fada na interpretação da obra A psicanálise dos contos de fada, de Bruno Bettelheimeim.

Os episódios partem de um ciclo comum sobre o mito e relacionam essa narrativa a temas como os da Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, entre outros. Os vídeos estão disponíveis no canal a partir de 6 de abril de 2022.

Além desses vídeos, o canal Teoria das Fadas apresenta a série Encantos, muitas entrevistas sobre temas diversos ligados ao universo dos contos de fada, e vídeos apresentando muitas animações. Confira.

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