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Fake News ou o Dia da Mentira


Primeiro de abril costuma manter a tradição de pregar peças em alguém. De preferência que a mentirinha seja mesmo uma brincadeira que não machuca ninguém, inofensiva.

Coube ao Pinocchio, o boneco de madeira, imortalizar a ideia da mentira como algo perigoso e , mais, que faz crescer o nariz de quem mente. Essa sensação é um tanto física porque mentir nos deixa inseguros, com a respiração tensa e, por isso, a ideia de que de fato o nariz cresce.

Da inocência a atos grotescos e ofensivos, a mentira pode chegar a agressões morais, psíquicas e até políticas. Nesse sentido, o termo que ficou em nosso imaginário das transmissões midiáticas ou pelas redes são os da fakes news. Assim, uma verdade verbalizada que contém, por certo, dados duvidosos que criam prejuízo ao conhecimento dos fatos. Isso tem acontecido de muitas maneiras, mas na política causa efeitos desastrosos acerca dos candidatos a cargos públicos.

O mundo ideal é aquele em que checamos os fatos antes de disseminá-los e causar tumultos. A desinformação pode se tornar perigosa. Antes de dizer sem certeza, certifique-se de que a notícia tem fundamento e que quem a está divulgando é sério em sua área de atuação.

Quanto àquelas mentirinhas, não se engane, sempre causarão danos a terceiros e, pior, a você mesmo já que como diz o ditado: ‘Mentira tem perna curta!’

Recomendo a leitura do livro da Profa. Lucia Santaella: ‘De onde vem o poder da mentira?’, uma publicação da Editora Estação das Letras e Cores (2021). Acompanhe a live no YouTube do Instituo Legus - https://www.youtube.com/c/INSTITUTOLEGUS/videos

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